segunda-feira, 30 de junho de 2014

Posso comungar com minhas próprias mãos o Corpo e Sangue do Senhor?

Para responder a esse questionamento é preciso, antes de mais nada, esclarecer o que significa a hóstia consagrada. O Catecismo da Igreja Católica, em seu número 1374, diz que:
“No Santíssimo Sacramento da Eucaristia estão contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo. Esta presença chama-se real não por exclusão, como se as outras não fossem reais, mas por antonomásia, porque é substancial e porque por ela Cristo, Deus e homem, se torna presente completo.”
E o Catecismo dedica ainda os próximos números a explicar, por meio das palavras dos grandes santos da Igreja a importância e majestade da Eucaristia. Diante disso, a resposta para a pergunta parece óbvia: não é permitido comungar com as próprias mãos o Corpo e o Sangue de Cristo. Entretanto, na prática, as ações não são assim, tão claras. A Igreja, por isso, teve sempre um cuidado extremo para com as espécies consagradas e várias instruções foram publicadas nesse sentido. A Instrução Geral do Missal Romano no número 160 é bem clara quanto ao modo de se comungar:
“O sacerdote pega depois na patena ou na píxide e aproxima-se dos comungantes, que habitualmente se aproximam em procissão. Não é permitido que os próprios fiéis tomem, por si mesmos, o pão consagrado nem o cálice sagrado, e menos ainda que o passem entre si, de mão em mão. (…) “
Não existe margem para erro diante dessa instrução, porém, em muitas paróquias o erro acontece e o que se vê são fiéis tomando a hóstia consagrada com as mãos, molhando-a no preciosíssimo Sangue de Cristo, na chamada “comunhão self-service”. No caso da comunhão por intinção só existe uma forma de recebê-la: na boca, diretamente das mãos do sacerdote. É o que diz a instrução Redemptionis Sacramentum, no número 104: “Não se permita ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice, nem receber na mão a hóstia molhada”. O Concílio de Trento também é bastante claro ao dizer que:
“Na recepção sacramental foi sempre costume na Igreja de Deus que os leigos recebessem a comunhão dos sacerdotes e que os sacerdotes celebrantes comungassem por si mesmos, um costume que, provindo de tradição apostólica, se deve com razão e direito conservar.” (DH 1648)
O argumento definitivo, porém, é dado pelo próprio Jesus, na última ceia, quando Ele “…tomou um pão e, tendo-o abençoado, partiu-o em distribuindo-o aos discípulos”, instituiu, assim, a Eucaristia. Dessa forma, é claro que o ato do sacerdote distribuir a comunhão aos fiéis faz parte dos verbos, dos gestos concretos, das ações de Cristo, não sendo aceitável inovações ou modos de fazer diferentes dessas ampla e claramente convencionadas.
Assim, ao fiel é dado escolher entre tomar a comunhão na mão ou diretamente na boca (RS 92), uma vez que “a comunhão somente sob a espécie do pão permite receber todo o fruto da graça da Eucaristia” (CIC 1389). No caso, porém, de comunhão por intinção, é lícito somente recebê-la na boca e diretamente das mãos do sacerdote.
“Com devoção te adoro, latente divindade. Que, sob essas figuras, te escondes na verdade; meu coração de pleno sujeito a ti, obedece, pois que, em te contemplando, todo ele desfalece. A vista, o tato, o gosto, certo, jamais te alcança; pela audição somente te creem em segurança; creio em tudo o que disse de Deus Filho o Cordeiro, nada é mais da verdade que tal voz, verdadeiro.”
Fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/#.U7FGRJRdWdE

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Conheça a história de Santo Antônio de Pádua, o casamenteiro


No dia 13 junho, a Igreja Católica celebra o dia de Santo Antônio de Pádua, um dos santos mais populares, venerado não somente em Pádua, onde foi construída uma basílica que acolhe os restos mortais dele, mas no mundo inteiro. São estimadas pelos fiéis as imagens e estátuas que o representam com o lírio, símbolo da sua pureza, ou com o Menino Jesus nos braços, que lembram uma aparição milagrosa mencionada por algumas fontes literárias.
Santo Antônio Nasceu em Lisboa, em uma família nobre, por volta de 1195, e foi batizado com o nome de Fernando. Começou a fazer parte dos cônegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, primeiramente no mosteiro de São Vicente, em Lisboa, e depois no da Santa Cruz, em Coimbra, renomado centro cultural de Portugal. Dedicou-se com interesse e solicitude ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo aquela ciência teológica que o fez frutificar nas atividades de ensino e na pregação.
Em Coimbra, aconteceu um fato que mudou sua vida: em 1220, foram expostas as relíquias dos primeiros cinco missionários franciscanos que haviam se dirigido a Marrocos, onde encontraram o martírio. Esse acontecimento fez nascer no jovem Fernando o desejo de imitá-los e de avançar no caminho da perfeição cristã: então, pediu para deixar os cônegos agostinianos e converter-se em frade menor. A petição foi acolhida e, tomando o nome de Antônio, também ele partiu para Marrocos. Mas a Providência divina dispôs outra coisa.
Devido a uma doença, Santo Antônio se viu obrigado a voltar à Itália e, em 1221, encontrou São Francisco. Depois disso, viveu por algum tempo totalmente escondido em um convento perto de Forlì, no norte da Itália. Convidado, casualmente, a pregar por ocasião de uma ordenação sacerdotal, Antônio mostrou estar dotado de tal ciência e eloquência, que os superiores o destinaram à pregação. Começou, assim, na Itália e na França, uma atividade apostólica que levou muitas pessoas que haviam se separado da Igreja a retomarem sua participação e engajamento na vida eclesial.
Nomeado como superior provincial dos Frades Menores da Itália Setentrional, Antônio continuou com o ministério da pregação, alternando-o com as tarefas de governo. Concluído o mandato de provincial, retirou-se para perto de Pádua, local em que já havia estado outras vezes. Depois de apenas um ano, morreu nas portas da cidade, no dia 13 de junho de 1231. Pádua, que o havia acolhido com afeto e veneração em vida, prestou-lhe sempre honra e devoção.
Nos "Sermões", Santo Antônio discorre sobre a oração como uma relação de amor, que conduz o homem a conversar com o Senhor, criando uma alegria que envolve a alma em oração. Antônio nos recorda que a oração precisa de uma atmosfera de silêncio, que não coincide com o afastamento do barulho externo, mas é experiência interior, que procura evitar as distrações provocadas pelas preocupações da alma. Para Santo Antônio, a oração se compõe de quatro atitudes indispensáveis que, no latim, definem-se como: obsecratio, oratio, postulatio, gratiarum actio. Poderíamos traduzi-las assim: abrir com confiança o próprio coração a Deus, conversar afetuosamente com Ele, apresentar-lhe as próprias necessidades, louvá-lo e agradecer-lhe.
(Extraído e adaptado da Catequese do Papa Bento XVI no dia 10 de fevereiro de 2010)
Santo casamenteiro
Assim é invocado pelas pessoas que desejam se casar e lembrado pelo nosso folclore. Não se sabe qual a origem dessa devoção. Talvez esteja ligada a algum milagre feito pelo santo em favor das mulheres, por exemplo, quando fez um recém-nascido falar para defender a mãe acusada injustamente de infidelidade pelo pai.
Mas há outro episódio com explicação mais direta. Certa senhora, no desespero da miséria a que fora reduzida, decidiu valer-se da filha, prostituindo-a, para sair do atoleiro. Mas a jovem, bonita e decidida, não aceitou de forma alguma. Como a mãe não parava de insistir, a moça resolveu recorrer à ajuda de Santo Antônio. Rezava com grande confiança e muitas lágrimas diante da imagem quando, das mãos do Santo, caiu um bilhete que foi parar nas mãos da moça. Estava endereçado a um comerciante da cidade e dizia: "Senhor N..., queira obsequiar esta jovem que lhe entrega este bilhete com tantas moedas de prata quanto o peso do mesmo papel. Deus o guarde! Assinado: Antônio".
A jovem não duvidou e correu com o bilhete na mão à loja do comerciante. Este achou graça. Mas, vendo a atitude modesta e digna da moça, colocou o bilhete num dos pratos da balança e no outro deixou cair uma moedinha de prata. O bilhete pesava mais! Intrigado e sem entender o que se passava, o comerciante foi colocando mais uma moeda e outras mais, só conseguindo equilibrar os pratos da balança quando as moedas chegaram a somar 400 escudos. O episódio tornou-se logo conhecido e a moça começou a ser procurada por bons rapazes propondo-lhe casamento, o que não tardou a acontecer, e o casamento foi muito feliz. Daí por diante, as moças começaram a recorrer a Santo Antônio sempre que se tratava de casamento.
Santo das coisas perdidas
Esta tradição é antiquíssima, encontrando-se menção dela no famoso responsório "Si quaeris miracula", extraído do ofício rimado de Juliano de Espira. Popularmente, o "Siquaeris" é mencionado como uma oração para encontrar objetos perdidos. A crença pode estar ligada a episódios da vida de Santo Antônio como este: Quando ensinava teologia aos frades em Montpeilier, na França, um noviço fugiu da Ordem levando consigo o Saltério de Frei Antônio, com preciosas anotações pessoais que utilizava nas suas lições. Antônio rezou pedindo a Deus para dar jeito de reaver o livro e foi atendido deste modo: enquanto o fugitivo ia passando por uma ponte, foi subitamente tomado pelo pavor, parecendo-lhe ver o demônio na sua frente que o intimava: "Ou você devolve o Saltério ao Frei Antônio ou vou jogá-lo da ponte para o rio!" Assustado e arrependido, o jovem voltou ao convento com o saltério e confessou ao santo a culpa.
O "pão dos pobres"
Essa prática consiste em doações para prover de pão os pobres, honrando assim o "protetor dos pobres" que é Santo Antônio. Uma tradição liga essa obra ao episódio de uma mãe cujo filho se afogou dentro de um tanque, mas recuperou a vida graças a Santo Antônio. A mulher prometera que, se o filho recuperasse a vida, daria uma porção de trigo igual ao peso do menino. Por isso, no começo, esta obra foi conhecida como a obra do "pondus pueri" (peso do menino). Outra tradição relaciona a obra do pão dos pobres com uma senhora de Tbulon, chamada Luísa Bouffier. A porta do seu armazém tinha enguiçado de tal modo que não havia outro remédio senão arrombar a porta. Fez, então, uma promessa ao santo: se conseguisse abrir a porta sem arrombá-la, doaria aos pobres uma quantia de pães. E deu certo. Daí por diante, as petições ao santo foram se multiplicando em diferentes necessidades. Toda vez que alguém era atendido, oferecia certa quantia de dinheiro para o pão dos pobres. A pequena mercearia de Luísa Bouffier tornou-se uma espécie de oratório ou centro social. A benéfica obra do "pão dos pobres" teve extraordinário desenvolvimento, com diferentes modalidades, e hoje é conhecida em toda parte.
Trezena
É uma "novena" de 13 dias, lembrando a data da morte de Santo Antônio. Também se lembra o dia 13 de cada mês, porque "dia 13 não é dia de azar, é dia de Santo Antônio". Outros lembram Santo Antônio nas quartas-feiras, dia em que foi sepultado.
(Extraído e adaptado dos Cadernos Franciscanos, "Santo Antônio e a devoção Popular", de Frei Adelino Pilonetto, Ofmcap).

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A “Ave Maria” explicada parte por parte

Ave Maria
1 – “Ave, Maria (alegra-te, Maria).”  (Lc1,28)
A saudação do anjo Gabriel abre a oração da Ave-Maria.
É o próprio Deus que, por intermédio de seu anjo, saúda Maria.
Nossa oração ousa retomar a saudação de Maria com o olhar que Deus lançou sobre sua humilde serva, alegrando-nos com a mesma alegria que Deus encontra nela.
Alguns usam Salve Maria em muitas orações, pois acham errado dizer Ave, pois era uma saudação romana, mas  quando a Bíblia foi traduzida para o latim, São Jerônimo utilizou a forma romana.
Dizer Ave ou Salve, hoje , para nós não há muita diferença, já que são saudações que caíram em desuso, porém por séculos a oração ficou conhecida como Ave Maria.
2 – “Cheia de graça, o Senhor é convosco.” (Lc1,28)
As duas palavras de saudação do anjo se esclarecem mutuamente.
Maria é cheia de graça porque o Senhor está com ela.  A graça com que ela é cumulada é a presença daquele que é a fonte de toda graça.
”Alegra-te, filha de Jerusalém… o Senhor está no meio de ti” (Sf 3,14.17a).
Maria, em quem vem habitar o próprio Senhor, é em pessoa a filha de Sião, a Arca da Aliança, o lugar onde reside a glória do Senhor: ela é “a morada de Deus entre os homens” (Apoc 21,3).
”Cheia de graça”, e toda dedicada àquele que nela vem habitar e que ela vai dar ao mundo.
3 – “Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.” (Lc1,41)
Depois da saudação do anjo, tornamos nossa a palavra de Isabel.
“Repleta do Espírito Santo” (Lc 1,41), Isabel é a primeira na longa série das gerações que declaram Maria bem-aventurada’: “Feliz aquela que creu…” (Lc 1,45):
Maria é “bendita entre as mulheres” porque acreditou na realização da palavra do Senhor.
Abraão, por sua fé, se tomou uma bênção para “todas as nações da terra” (Gn 12,3).
Por sua fé, Maria se tomou a mãe dos que crêem (Apoc12,17) (Jo 19, 26-27), porque, graças a ela, todas as nações da terra recebem Aquele que é a própria bênção de Deus: “Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”.
4 -  “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós…”
Com Isabel também nós nos admiramos: “Donde me vem que a mãe de meu Senhor me visite?” (Lc 1,43).
Porque nos dá Jesus, seu filho, Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe; podemos lhe confiar todos os nossos cuidados e pedidos: ela reza por nós como rezou por si mesma:
“Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).
Confiando-nos à sua oração, abandonamo-nos com ela à vontade de Deus: “Seja feita a vossa vontade”.
Maria é Mãe de Deus, pois foi de Maria que nasceu Jesus (Mt 1, 16) (Gal 4,4) , o nosso Senhor (Lc1,43), Filho de Deus (Lc1,35) e Deus (Jo 1,1), (Jo 5,18) com o Pai e o Espírito Santo (Mt 28,19).Maria é Mãe de Deus, pois Jesus não é metade homem e metade Deus, Ele é Deus e homem ao mesmo tempo.
Maria é Mãe no sentido de ter gerado em seu ventre e em seu coração Jesus, nosso Senhor e Deus.
5 – “Rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte.”
Assim, pedindo a Maria que reze por nós, reconhecemo-nos como pobres pecadores e nos dirigimos à “Mãe de misericórdia”  ( Jo 2,3),  à Toda Santa (Lc 1,28).
Entregamo-nos a ela “agora”, no hoje de nossas vidas.E nossa confiança aumenta para desde já entregar em suas mãos “a hora de nossa morte”, pois nessa hora compareceremos diante de Deus (Hb 9, 27) para sermos julgados.
Que ela esteja então presente, como na morte na Cruz de seu Filho, e que na hora de nossa passagem ela nos acolha como nossa Mãe (Jo 19,27) , para nos conduzir a seu Filho, Jesus, no Paraíso, pois o seu pedido é poderoso (Jo 2, 3ss).

Autor: Bíblia Católica

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Pernilongo e borrachudo, qual a diferença?

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Você sabe qual a diferença entre pernilongo e o borrachudo???
Muitas pessoas fazem uma confusão, mas esses insetos são bem distintos.
Os pernilongos são maiores que os barrachudos e têm uma semelhança com moscas, só que menores. Pernilongo é um nome popular dado ao inseto que é da família Culicidae, sendo os mais conhecidos o Aedes aegypti (transmissor da dengue), o Anopheles sp. (vetor da malária) e o Culex sp. (chamado de “pernilongo caseiro”). Habitam dentro deresidências e seus arredores, enquanto o borrachudo é encontrado perto de córregos e rios d’água.
O borrachudo (Simulium sp.), também conhecido como pium na Amazônia, faz parte da família Simulidae.
Em comum, eles têm hábito de se alimentarem de sangue. É por isso que ambos não perdem a oportunidade de ‘picar’ os humanos, para quem podem transmitir várias doenças. Além da dengue e da malária, os pernilongos são capazes de disseminar a elefantíase, enfermidade caracterizada pelo inchaço das pernas e de outras partes do corpo. Já o borrachudo pode passar a oncocercose, o que pode levar alguns casos leva a pessoa enferma à cegueira.

  • DIFERENÇA DE CORPO
Além de bem maior (mede cerca de 10 milímetros), o pernilongo tem o corpo mais delgado e com coloração mais clara que o borrachudo. Este (que mede 6 milímetros) tem o corpo mais grosso e quase preto. As pernas e as antenas do pernilongo são muito compridas, principalmente quando comparadas de perto com as pernas e antenas mais curtas que possui o borrachudo.
  • AGULHADA X MORDIDA
Usado para sugar sangue, o aparelho bucal do pernilongo é formado por uma espécie de tromba. Já o borrachudo tem um aparelho bucal mastigador, que dilacera o tecido da pele antes de chupar o sangue.
  • SEM DAR ASAS À CONFUSÃO
As asas do pernilongo têm uma série de escamas que formam padrões diferentes de desenhos, enquanto as asas do borrachudo são lisas e transparentes.
  • NOME
Em Natal-RN chama-se Muriçoca já em Joinville-SC se têm o costume de chamá-los de Borrachudo.

Tomar banho depois de comer faz mal?

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Na verdade, não é indicado tomar banho de imersão, frio, depois das refeições. Durante a digestão, a circulação sanguínea na região do aparelho digestivo é mais intensa,visando absorver os nutrientes do bolo alimentar.
Se tomamos banho de imersão, tipo numa piscina, esse mesmo sangue que deveria cumprir tal função vai para o tecido epitelial para manter o corpo aquecido. É o mesmo efeito de correr ou praticar outro exercício físico que aumenta os batimentos cardíacos depois de comer, por isso temos a famosa congestão.
Não, não faz mal… Banho no chuveiro não, mas se for um banho de piscina, praia ou até mesmo uma banheira faz sim...
Se você cobre todo o seu corpo de água, o sangue que está concentrado trabalhando na sua digestão, tende a diminuir os pulsos e dai você sabe né?! Já o banho de chuveiro não faz, pois a água está correndo e não comprimindo a tua respiração como a água de uma piscina, por exemplo. O único risco do banho de chuveiro é o choque térmico, por exemplo, entra com o corpo quente debaixo de água fria, do mesmo jeito pode acontecer na piscina…
Certas coisas que fazem mal se vc fizer depois de comer são sexo, corrida e etc.
Já outros pensam…
Respondendo tua pergunta:
Tomar banho frio ou entrar numa piscina depois de ter comido não oferece riscos. O que não se deve fazer é qualquer tipo de exercício físico intenso, como nadar ou surfar. Isso desvia o sangue do estômago para os músculos que estão trabalhando. Após as refeições, boa parte do seu sangue vai para o estômago e o intestino a fim de realizar uma digestão adequada. Ao praticar esportes depois de comer, a pessoa fica com dificuldades na digestão e acaba passando mal (enjôo, suor frio e tontura). Tomar banhos longos e quentes dilata os vasos sangüíneos da pele e também acaba desviando o sangue do estômago.

Você sabia que Dormir depois do almoço faz bem à saúde?

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Um costume dos espanhóis virou alvo de estudos: a famosa siesta, ou seja, aquele soninho gostoso depois do almoço que tanto nos revigora.
Um time de psicólogos e neurocientistas do Allegheny College, nos Estados Unidos, constataram que os benefícios do sono diurno auxiliam na recuperação cardiovascular. Em testes com seres humanos, notaram que o estresse teve o impacto negativo revertido mais rapidamente depois de um período de sono. “Outros trabalhos já demonstraram que descansar após o almoço diminui a pressão sistólica”, confirma o cardiologista Marco Antônio Gomes, do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, ele se refere ao número de maior valor que aparece registrado no aparelho de medição.
Ou seja, para dar mais embasamento nesta tese, outro especialista da área complementa “Quando dormimos, há redução da atividade simpática, o que relaxa os vasos e diminui os batimentos cardíacos”, explica o pneumologista especialista em sono Pedro Genta, do Hospital do Coração, em São Paulo.
Segundo Genta, em 45 minutos conseguimos atingir as três fases do sono. Assim temos tempo suficiente de ele se aprofundar a ponto de proporcionar vantagens ao nosso corpo.
Mas é importante lembrar que é no escuro da noite que o cérebro libera um hormônio fundamental para que consigamos dormir profundamente: a melatonina. “Uma venda nos olhos ou um quarto escuro ajudam a simular o descanso noturno, potencializando a ação positiva da sesta (sic)”, ensina Marco Antônio.
No entanto, mesmo com tantos pontos benéficos para a nossa saúde, há restrições da sua prática em pessoas com alto risco cardiovasculares, como diabéticos obesos e fumantes. “Há um estresse ao despertar, que intensifica a coagulação e a descarga de adrenalina, acelerando o coração”, avisa Gomes. Há outro lembrete de extrema importância: “O cochilo pode diminuir a duração do repouso à noite, gerando sonolência e fadiga no dia seguinte, o que faz a pessoa sucumbir à sesta (sic) novamente, entrando em um círculo vicioso”, diz a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, em São Paulo.
O importante é lembrar que realmente temos essa “moleza” após o almoço e ela é uma necessidade natural do organismo. “Durante a digestão, a circulação sanguínea se concentra na região visceral”, explica Gomes. E isso resulta numa carência de abastecimento no cérebro e no coração que trabalham mais lentamente e aí, não tem jeito, a sonolência vem e nos domina mesmo. Ou seja, temos um motivo fisiológico para sentirmos esse sono vespertino.
quem pode dormir uns 90 minutos à tarde tem sua capacidade de memorizar aumentada. É o que diz o pesquisador Avi Karni, da Universidade de Haifa, em Israel: “Quando dormimos depois de uma tarefa de leitura, por exemplo, as áreas cerebrais responsáveis pela consolidação da memória permanecem ativas”, diz Karni. Ou seja, essa região do nosso cérebro fica totalmente ligada ao registro da leitura feita antes de dormirmos, sem interferência do mundo externo que sempre acabam por tirar a nossa atenção quando estamos em alerta acordados.
  • E quem come muito durante o almoço, pode fazer a “siesta”?
Até pode, só que com certeza sentirá um mal-estar já que o conteúdo estomacal pode retornar ao esôfago. Assim fica a dica: durma aquele soninho gostoso à tarde, mas contente-se com uma refeição mais leve e evitará, desta forma, aquela incômoda azia ou enjoo.
E tenha uma boa siesta!
Fonte: Revista Saúde – Editora Abril

terça-feira, 27 de maio de 2014

AVC: sinais e cuidados

AVC sinais e cuidados
O AVC pode aparecer ‘do nada’ e levar a pessoa a morte ou então deixar marcas ruins para o resto da vida. Apesar do nome ser bastante comum em nosso dia a dia muita gente não sabe de detalhes importantes sobre o problema.
Por exemplo, você sabia que a cada oito casos, um tem uma espécie de alerta anterior que se for percebido e cuidado pode salvar a vida da pessoa?
A cardiologista Dra. Lise Bocchino respondeu algumas perguntas sobre o AVC, também conhecido como derrame cerebral.
Existem sintomas anteriores ao AVC? Quais são? O que fazer quando senti-los?
Pode ocorrer antes de um episódio isquêmico uma espécie de alerta, que é chamado Ataque isquêmico transitório (pesquisa canadense mostra que acontece em 1 a cada 8 casos). Isso ajuda a preveni-los, uma vez que é instituída a medicação precocemente. Os sintomas são similares aos do AVC, mas com intensidade menor e costumam ser passageiros (não durando mais que 24 horas). Podem ocorrer formigamentos, dores de cabeça, tonturas, esquecimento, dificuldade para falar. Quando ocorrerem, independente do tipo, se transitório ou o próprio AVC isquêmico, o indivíduo deve ser levado imediatamente ao hospital para ser diagnosticado e tratado adequadamente.
Os AVCs são mais comuns para que tipo de pessoa? Existem idades em que há mais riscos?
São mais comum em pessoas que tem os fatores de risco como história familiar, diabetes, obesidade, hipertensão arterial, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e estresse. Em relação a idade, depende desses fatores. O que se sabe é que tem ocorrido cada vez mais cedo, tendo em vista o tipo de vida dos nossos jovens. Acima dos 50 anos ocorre um aumento da incidência natural.
Quais são os riscos para quem tem um AVC? Isso pode variar de acordo com a "intensidade" do AVC?
AVC é a principal causa de incapacidade funcional no mundo. A OMS estima que mais de 5 milhões de pessoas morram a cada ano por causa de AVCs. No Brasil o AVC é responsável por 30% dos óbitos do país. Dos que sobrevivem 50% morrem após 1 ano, 30% necessitam de auxílio para caminhar e para tarefas básicas e 20% ficam com sequelas graves.
Os riscos independem da idade. Devem ser observados os fatores de risco individuais como histórico familiar, hipertensão arterial, diabetes. A gravidade depende das artérias envolvidas e do território cerebral que sofreu a lesão. Isto é que determina a gravidade da lesão.
Sintomas
Além dos sinais anteriores que podem indicar um AVC, existem os sintomas do AVC, são eles: fraqueza de um lado do corpo, dormência de um lado do corpo, dificuldade visual, dificuldade para falar, dor de cabeça muito forte e sem motivo aparente e incapacidade de se manter em pé ou forte tontura.
Dr. Lise dá dicas para evitar um AVC: praticar exercícios regulares, controlar o peso, alimentação balanceada evitando o consumo de alimentos com gorduras saturadas e trans, não fumar, evitar o excesso de álcool e controlar o estresse. Se tiver mais de 40 anos é importante realizar, pelo menos uma vez por ano, check ups, com controles de pressão arterial, dosagem de glicose e colesterol no sangue. No caso das pessoas com diagnóstico de hipertensão arterial, diabetes, colesterol alto ou qualquer doença do coração é necessário fazer acompanhamento médico para controle dessas patologias.
Por:
Larissa Alvarez 
fonte: http://maisequilibrio.com.br/saude/avc-sinais-e-cuidados-5-1-4-226.html

sábado, 24 de maio de 2014

Encontro de Casais 2014 -

No vídeo abaixo você vai veras imagens do encontro de casais, que foi realizado no dia 23 de maio de 2014, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Jardim Igapó - Londrina.
O Encontro foi organizado pela Pastoral Familiar e a Espiritualidade foi do Frei Forcato.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

Parem de lavar seus jeans, diz CEO da Levi's (ele já parou)


Chip Bergh diz que seu par de jeans favoritos, comprado há um ano, ainda não viu a máquina de lavar. Por quê? Para conservar o tecido e economizar água.

Calças femininas da Levi's
Chip Bergh, CEO da Levi´s, em entrevista à Fortune
São Paulo – Não, você não leu errado. Chip Bergh, CEO da Levi´s, chocou os maníacos por higiene ao dizer que o seu par de jeans favorito, que ele usa há mais de um ano, "ainda não tinha visto uma máquina de lavar". A declaração foi feita durante evento desustentabilidade da revista Fortune, nesta semana.
Questionado sobre a frequência com que se deve lavar os jeans, ele foi direto: “Se você conversar com especialistas em tecido, eles vão te dizer para nunca lavá-los”, disse.
“Sei que isso soa nojento, mas acredite, é possível. Você pode passar um pano úmido e colocar pra secar, e funciona. Nunca tive problema de pele, nem nada parecido”, explicou, diante da plateia surpresa.
A recusa em lavar a peça de roupa tem virtudes, segundo Bergh. Além de conservar o tecido do jeans, ajuda a preservar os recursos do planeta, no caso, aágua.
Em 2008, ao avaliar o ciclo de vida do seu princpal produto, a empresa descobriu que metade do consumo de água ocorre na fabricação do jeans, enquanto a outra metade ocorre na casa do consumidor, por conta de sucessivas lavagens em máquina de lavar.
Slow-fashion e a calça centenária
Em se tratando de uma das maiores empresas de vestuário do mundo e líder mundial em jeans, a declaração do CEO não é gratuita.
Há tempos, a Levi´s busca estar à frente no quesito sustentabilidade.
Através de sua coleção "Water Less", conseguiu reduzir 28%, em média, o consumo de água na fabricação do jeans tradicional. Em novos produtos, a economia chega a 96%.
A empresa se orgulha de remar contra a maré da chamada fast-fashion (moda rápida).
“No fast-fashion, onde se encontram empresas como H&M, você compra a roupa e usa umas três, quatro vezes e logo de desfaz delas. Acho que nós, da Levis Strauss, somos o melhor exemplo de slow-fashion”, disse o CEO.
Prova disso é o modelo 501, a primeira calça jeans lançada pela Levi´s, que completou 141 anos este ano, e continua sempre atual.
Para a empreasa, durabilidade é, em essência, sustentabilidade.
Sustentabilidade de ponta à ponta 
A preocupação em reduzir a pegada ecológica se sustenta ainda em uma série de ações implementadas na última década.
Em 2007, a Levi's fez uma parceria com a ONG Better Cotton Initiative (Iniciativa para um Algodão Melhor), a fim de reduzir a pegada ecológica dessa fase, através da redução do uso de água e pesticidas, da preservação da biodiversidade e o respeito às normas de proteção aos trabalhadores.
Cinco anos depois, prometeu eliminar todas as substâncias tóxicas de sua cadeia de fornecedores e de produtos até 2020, ao aderir a campanha Detox, promovida pela Ong ambientalista Greenpeace.
A investida mais notável é a recente campanha Wellthread Levis, aplicada à Docker, a marca da Levi´s especailizada em calças caqui.
É um pequeno projeto piloto de produção de jeans totalmente sustentável, de uma ponta à outra. Lançada em 2013, a coleção, segundo a empresa, possui tecidos mais fáceis de reciclar e que consomem menos energia e água que todas as outras linhas.
De acordo com Bergh, a empresa  avalia se essa forma de fazer jeans é produtivo e economicamente viável. “Trata-se de uma coleção da ordem de mil unidades, uma linha premium, com preço mais puxado”, diz. No site da marca, nos EUA, o preço médio de uma calça da linha é de U$128, mais que o dobro de um modelo tradiconal.
Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/parem-de-lavar-seus-jeans-diz-ceo-da-levi-s?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Grupo Bíblico de Reflexão

As imagens abaixo foram tiradas no dia 08 de maio, na casa da Dona Ana, estávamos reunidos em oração (Grupo Bíblico de Reflexão) e aproveitamos para comemorar os aniversários da Dona Ana e da Dona Antonia Strik, foi uma alegria só.
Deus abençoe estas duas guerreiras, que Nossa Senhora cubra com seu manto.



Para ver as demais fotos é só clicar em MAIS INFORMAÇÕES